
1959
Há nas tuas mãos
um traço que traça um troço
de mim e me retorce, contorce
e distorce em ínfimos, milimétricos
sentires.
Esse traço das tuas mãos
que me traça é a chave precisa
para eu me traçar no traço das tuas mãos.
Fátima Pinto Ferreira
um traço que traça um troço
de mim e me retorce, contorce
e distorce em ínfimos, milimétricos
sentires.
Esse traço das tuas mãos
que me traça é a chave precisa
para eu me traçar no traço das tuas mãos.
Fátima Pinto Ferreira
5 comentários:
Tens uns poemas muito interessantes.
Retribui o Link,
abraço,
ruy
Devem ser mãos de boa traça...
à moda antiga!
Bom fim de semana
Muito interessante esta escrita com requebros acústicos.
Marcada no tempo, ele perdura nas minhas memórias de estudante universitário nos 70s.
Gostei, naturalmente, de conhecer este espaço. Também adoro brincar com as palavras e com elas tentar construir melodias.
Saudações.
É o traço que traça e o troço... o retorce e contorce.
Gosto deste jogo de palavras.
Um abraço
Muito bom!
Beijinhos
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